15th International Pragmatics Conference

Special theme: "Pragmatics in the real world"

Pragmatics is underpinned by the idea that language use is a form of social action with real world consequences tied to the specific context of language use. Different theoretical perspectives under a broad conception of pragmatics articulate the notion of social action differently and hence arrive at differing perspectives on the relationships both between language and other forms of social action and between language use and conceptions of context. Nonetheless, as the range of paper topics in any volume of the IPrA journal Pragmatics will attest, the insights provided by pragmatics research into the essential connections between language use, context and social action facilitate detailed understanding of real world contexts, practices and institutions. Simultaneously, analyses of pragmatic aspects of language in real world settings have been shown to inform our theoretical understanding of the relationships between language, meaning, context and social action.

This theme has particular resonance for Belfast because it is a city in the midst of a transition to a post-conflict society and transformations to forms and choices of language and meanings are an implicit and often explicit part of that transition. The theme also has a particular currency for the whole of the UK as, here, the “impact agenda” has come to dominate external evaluations of research which measure the economic and social benefits of research outside of academia.  

Alongside the local significance of the theme is the broader significance for a number of branches of research with the international discipline of pragmatics, including:  

• Language and Politics   
•  Language in Forensic Settings   
•  Language and Education
•  Language and Health
•  Language in Clinical Settings
•  Language and Social Change
•  Language and Social Media
•  Language and Identity

PROPOSAL DEADLINE: 1 JULY 2016


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X Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental


Como resultado das leituras e discussões de “O Atlântico Negro”, de Paul Gilroy; “Introdução a uma poética da diversidade”, de Èdouard Glissant; “Da diáspora”, de Stuart Hall; “A modernidade líquida”, de Zygmunt Bauman; “Reflexões sobre o exílio”, de Edward Said; e “Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina”, de Aníbal Quijano, "Paisagens imaginárias", de Beatriz Sarlo, no âmbito do Grupo de Pesquisa História e Cultura, Linguagem, Identidade e Memória, bem como das aulas de “Sociedade, linguagem e diversidade amazônica”, do Curso de Mestrado em Letras: Linguagem e Identidade, no primeiro semestre do ano letivo do ano de 2007, surgiu a idéia de realizar um seminário que servisse de espaço para o abrigo de reflexões em torno de temáticas que focassem o papel da universidade como articuladora de intervenções acadêmicas e políticas sobre as coisas, os dizeres, pensares e gentes de nossos tempos.

Com essa perspectiva, na última semana de novembro daquele ano, realizamos o I Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental, com o tema "XXIª Fronteira: corpos, falas e artefatos no trânsito de identidades amazônicas". Seu objetivo era “dialogar com os conhecimentos e saberes produzidos nas experiências de uma pluralidade de mulheres e homens que convivem em diversificados ambientes, temporalidades, espacialidades e culturas da/na Amazônia Sul-Ocidental”. Na justificativa do tema central constava a “necessidade de colocar no cerne do debate, reflexões em torno das experiências de um conjunto de movimentos sociais que emergem em áreas do campo, floresta e cidades dessa parte da Amazônia - desde a virada do século -, evidenciando a constituição de novas identidades e a formulação de outros discursos num cenário marcado pela forte pressão sobre a natureza e o constante deslocamento de trabalhadores sem-terra, sem-teto, desabrigados, desempregados, sem-direitos e outros sujeitos sociais condenados ao desaparecimento por um sistema que, como ressalta Zygmunt Bauman, os descarta como ‘lixo humano’.”

Passada uma década desde aquele emblemático 2007, ano após ano, o mês de novembro passou a ser marcado por um evento que se transformou em acontecimento no cotidiano acadêmico da Universidade Federal do Acre (Ufac): um simpósio com status de congresso, articulando intelectuais e ativistas de movimentos sociais de diferentes localidades e nacionalidades, ora abrigando outros eventos como o Colóquio Internacional as Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, ora abrindo espaços para semanas acadêmicas ou pautando o aparecimento e organização de outros eventos nessa Instituição Federal de Ensino.

Considerando os altos custos das passagens aéreas e de tudo o que envolve a realização de um evento acadêmico em qualquer parte do país, mas, principalmente, nesta parte da fronteira amazônica, uma década de ininterrupta realização do simpósio/congresso linguagens e identidades é algo para ser celebrado por todos aqueles que apostaram em sua idealização e, especialmente, pelos estudantes e professores de diversas universidades brasileiras, peruanas e bolivianas que, todos os anos, se fizeram representar nas conferências, sessões temáticas, mini-cursos, oficinas, comunicações de pesquisas e atividades artísticas no campus da Ufac.

Uma década em que diversas parcerias institucionais se consolidaram em torno do simpósio, propiciando não apenas sua viabilização manutenção, mas sua consolidação na forma de uma atividade de extensão que tem conseguido agregar a comunidade escolar e as organizações de movimentos sociais das cidades e das florestas, em francos debates sobre os temas da atualidade e posicionamentos abertos em defesa das causas de trabalhadores rurais e urbanos, das lutas de emancipação, da defesa dos amplos direitos ao espaço público, do reconhecimento das diferenças, da causa do ensino público e gratuito, entre outros pautados pela presença de diferentes saberes se cruzando e se intercambiando no interior da universidade.

Ao longo desses anos os estudantes, professores, pesquisadores interessados tiveram assegurada a publicação de suas comunicações de pesquisas e estudos nos anais do simpósio/congresso, possibilitando completar o ciclo do que se entende como extensão universitária: a realização de pesquisas e ações de ensino, a apresentação de seus resultados e, por fim, sua publicação e disponibilização pública da maneira mais ampla possível.

Neste ano de 2016, nos marcos do X Simpósio Linguagens e Identidades, seu tema central, “Trânsitos pós-coloniais e decolonialidade de saberes e sentidos”, reafirma a perspectiva política e acadêmica que orientou seu surgimento e que tem norteado a maior parte das publicações e das intervenções públicas nos espaços que dele resultam. Mais que isso, a intenção é reafirmar a necessidade do pensamento e da reflexão como elemento chave para a cisão com todas as (in)gerências que tomam a parte pelo todo, que se pautam pela eterna mercantilização do ser e do pensamento, que se acomodam em miméticos enquadramentos de mentes colonizadas.

CRONOGRAMA
- Inscrições para submissão de Minicursos e Grupos de Trabalho: 15/03/2016 - 15/04/2016
- Divulgação das propostas de Minicursos e Grupos de Trabalho aprovadas: 30/04/2016
- Inscrições para participantes: 01/05/2016 - 07/11/2016
- Inscrições em Grupos de Trabalho e em Sessões de Comunicações Livres: 01/05/2016 - 08/07/2016
- Divulgação dos resumos de Grupos de Trabalho, Sessões de Comunicações Livres aprovados: 08/08/2016
- Submissão de artigos completos para publicação em anais do evento: 10/08/2016 - 10/09/2016
- Inscrições em Minicursos e Oficinas: 24/10/2016 - 31/10/2016


Maiores informações: http://www.simposioufac.com
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Seminário Enunciação e Materialidade Linguística


O Seminário "Enunciação e materialidade linguística" é realizado pelo Núcleo de Pesquisas ENUNCIAR, da Faculdade de Letras da UFMG. Na sua segunda edição, ele ocorrerá nos dias18 e 19 de agosto de 2016 na própria Faculdade, em Belo Horizonte, e contará com o apoio do Programa de Pós-Graduação de Estudos Linguísticos (PosLin/FALE/UFMG).

O evento pretende promover um diálogo entre os pesquisadores das áreas de Semântica, Enunciação, Textualidade e Gramática. Além disso, pretende criar um espaço para divulgação e discussão de trabalhos de pesquisa desenvolvidos ou em andamento a partir de uma perspectiva de estudos da materialidade linguística concebida pelas abordagens enunciativas.

As inscrições estarão abertas até o dia 13 de maio de 2016, e serão aceitas colaborações de pesquisadores cujos trabalhos se desenvolvem dentro das seguintes temáticas:
(1) Abordagens enunciativas da forma linguística
(2) Novas abordagens da significação voltadas para o funcionamento da linguagem
(3) A semântica e a constituição de uma gramática do Português
(4) Categorias morfológicas e sintáticas concebidas na ótica da enunciação
(5) Enunciação, textualidade e sintaxe
(6) Enunciação e história da gramática
(7) A constituição da referência na língua em uso


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I Encontro Nacional de Ensino e Letramento em Escrita da Língua de Sinais


O I Encontro Nacional de Ensino e Letramento em Escrita da Língua de Sinais, abreviadamente, 1ENELELS, é uma realização da Universidade Federal do Ceará (UFC), cujo tema é “Escrita de ELS  no Ensino: refletindo políticas e práticas”.

O referido Encontro será realizado no período de 18 a 22 de julho de 2016 nos horários de 8h às 18h no Auditório da Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo (FEAAC)

Devido o crescimento no número de instituições de ensino que adotaram o ensino da Escrita de Língua de Sinais (ELS) para estudantes de Libras, a pesquisa e produção de material em ELS, a difusão da Libras no meio da comunidade ouvinte e seu interesse em buscar mais informações a respeito desta Língua. No Brasil, desde 1996, há pesquisas e experiências de ensino de escrita de língua de sinais (representação gráfica dos vocábulos das línguas de sinais) no sistema conhecido como SignWriting, com teses e dissertações publicadas, a apesar da Libras ser reconhecida legalmente (Lei Nº 10.436/02) foi apenas mais tarde que o ensino de sua escrita por meio de  disciplina acadêmica foi inserida nos cursos de Letras Libras, a partir de 2006, primeiramente pela UFSC e em seguida nas demais universidades, bem como disciplina curricular nas escolas bilíngues e/ou especializadas. Contudo ainda não se fez nenhum encontro no âmbito nacional para discutir o papel da escrita de sinais no ensino da Libras, metodologias, didáticas, trocas de experiências e práticas exitosas que visem garantir e promover o registro escrito das línguas de sinais. justifica-se a realização deste encontro nacional para que se preencha esta lacuna servindo como suporte para educadores de alunos surdos, estudantes da área e profissionais interessados, além de profissionais especializados como tradutores/intérpretes e professores de Libras que necessitam compreender mais sobre a ELS que a cada dia torna-se uma realidade dentro da Comunidade Surda.

Datas Importantes:





Maiores informações: http://1eventoels.wix.com/1enelels
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VI COLÓQUIO E I INSTITUTO DA ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE ESTUDOS DO DISCURSO

Em continuação aos debates realizados em 2014, por ocasião da realização do quinto colóquio da ALED-Brasil, no ano de 2016, a Universidade Federal de São Carlos – UFSCar – tem novamente a honra de ser a anfitriã do sexto colóquio. O VI Colóquio e I Instituto da Associação Latino-Americana de Estudos do Discurso – ALED-Brasil tem como tema “Estudos do discurso: questões teórico-metodológicas, sociais e éticas” e será realizado no período de 27 a 30 de julho de 2016. O evento, organizado pela Associação Latino-americana de Estudos do Discurso do Brasil (ALED-Brasil), com apoio do CNPq, está sendo promovido pelo Departamento de Letras, pelo Laboratório de Estudos Epistemológicos e Discursividades Multimodais – LEEDiM da UFSCar-CNPq, pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFScar; pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UNIFESP; pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UFGD e pelo Centro de Pesquisa Fórmulas, Estereótipos, Teoria e Análise – FEsTa da UNICAMP. O colóquio promoverá discussões sobre questões teórico-metodológicas acerca dos estudos do discurso, bem como refletirá sobre as contribuições dos estudos do discurso para as prementes questões sociais e éticas da atualidade. A programação inclui 06 mesas-redondas e 08 minicursos de dez horas cada com a participação de renomados pesquisadores brasileiros e estrangeiros, nos quais serão debatidos temas atinentes aos estudos do discurso desenvolvidos no Brasil, na França, na Venezuela e na Argentina.

As datas para o envio do formulário com ou sem apresentação de trabalho é de 15 de fevereiro a 31 de março de 2016.


Deixamos aqui nosso carinhoso convite para você e seu grupo de pesquisa participarem do Colóquio compartilhando suas reflexões e inquietações discursivas. Mais informações podem ser acessadas no site www.aledbrasil.ufscar.br
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